Letras & Cia chega ao Paseo Zona Sul

letras_cia_paseo-17Com bom atendimento e títulos para toda a família, livraria com loja em Novo Hamburgo abre nova unidade em um dos mais atraentes shoppings de Porto Alegre

Leitores de todas as idades têm uma boa notícia para celebrar em Porto Alegre. Conhecida pela proximidade do Guaíba e por sua opções de gastronomia e lazer, a zona sul da Capital acaba de ganhar uma nova livraria com a chegada da Letras & Cia.

A experiência de ser bem atendido em um espaço agradável e acolhedor, que segue atraindo clientes à unidade da Letras & Cia do Bourbon Shopping Novo Hamburgo, está agora também acessível aos porto-alegrenses. O local escolhido para a nova casa foi shopping o Paseo Zona Sul (Wenceslau Escobar, 1.823), um dos mais charmosos centros comerciais da cidade, que oferece aos visitantes lojas, restaurantes e bares em um passeio ao ar livre.

Além de contar com uma equipe interessada em literatura e nas novidades do mercado editorial, a casa oferece títulos de praticamente todas as grandes editoras brasileiras. Há livros para toda a família, de volumes infantis até biografias, não-ficção e a melhor literatura adulta, sem esquecer das sagas e séries de sucesso que atraem leitores de diferentes idades.

Em funcionamento desde dezembro de 2014, a Letras & Cia de Porto Alegre já está equipada com diferentes facilidades para os clientes, aceitando cartões de crédito de diversas bandeiras e Vale-Cultura. Além disso, a estrutura do shopping oferece estacionamento próprio.

Faça um passeio pela zona sul e pelo mundo da leitura: venha nos visitar!

Letras & Cia – unidade do Paseo Zona Sul
Endereço: Wenceslau Escobar, 1.823, em Porto Alegre
Contato: Telefone (51) 3264-0206 e e-mail livrariapaseo@letrasecia.com.br
Horário de atendimento: De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 14h às 20h.
Onde estacionar: Estacionamento do shopping Paseo Zona Sul, com tarifa única de R$ 6 até as 18h. Depois das 18h, a primeira hora custa R$ 6 e cada hora excedente custa R$ 2.

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Leitura correta é ginástica para o cérebro

Quero compartilhar com nossos leitores artigo que achei muito interessante da revista digital Brasil Que Lê. Segue na íntegra…

Leitura correta é ginástica para o cérebro

Voz da Rússia – 04/08/13

Saber ler realmente influi fortemente sobre a reação do cérebro. Em primeiro lugar, torna mais complexa a organização da zona visual do córtex cerebral. Em segundo lugar, na pessoa que sabe ler, praticamente toda a rede de neurônios, que responde pela assimilação da linguagem oral no hemisfério esquerdo, é ativada também com a ajuda de texto impresso.

Mas acontece que a leitura tradicional tem falhas: falta de atenção e de programa flexível de leitura, quando todos os textos são lidos com a mesma lentidão, movimentos de retorno dos olhos para o que já foi lido, e, naturalmente, o “inimigo número 1″ – falar para si o texto lido. Como resultado, a informação não é memorizada e escapa o sentido do que está escrito.

Diariamente o homem moderno tem de ler dezenas de páginas de textos – não apenas literatura de ficção, mas também informações no trabalho, imprensa, correspondência de trabalho e pessoal. Por isso a leitura correta, antes de mais nada, subentende a assimilação eficiente da informação. Diferentes técnicas de leitura dinâmica ensinam não apenas a ler rapidamente, como muitos pensam, partindo do nome, antes de mais nada a entender o conteúdo do texto e assimilá-lo com utilidade para si.

Para alcançar tal assimilação eficiente, é preciso treinar. Como? Lendo. Mas com certo método. Em primeiro lugar, fazendo exercícios sistemáticos de ampliação do campo de visão, eliminando a pronúncia das palavras, e aplicando o arranque da essência dos algoritmos da leitura. E não esquecendo que isto não é diversão, mas o caminho complexo de reestruturação do trabalho do cérebro.

Pode-se treinar tanto em textos ficcionais conhecidos (pela forma, pelo conteúdo, pelo autor) como em artigos informativos, de jornais ou científicos. O importante é o desejo de haurir várias idéias. Antes da leitura é necessário ter uma idéia de que informação você quer extrair do texto, tentar adivinhar o conteúdo da página. É muito importante a disposição, pois se você se prepara para notar a aspereza do texto, como resultado notará justamente ela. Mas se se prepara para obtenção de um fato, você o receberá.

O próximo passo importante é aprender a ler em silêncio, não pronunciando com a boca ou em pensamento o texto. Esta capacidade desvia a atenção e reduz consideravelmente a velocidade. Aqui é importante se controlar: se seus lábios se mexem – aperte com um palito de dente ou lápis. É mais difícil controlar a pronúncia em pensamento. Um dos métodos é ler e bater o ritmo com a mão, por exemplo.

A habilidade em se concentrar no problema é um dos componentes do trabalho intelectual bem-sucedido. Existe um exercício simples, que pode ajudar – é a leitura das palavras ao contrário, mas não em voz alta e sim em pensamento. Lendo a palavra de trás para frente é preciso inicialmente imaginá-la por letras e depois ler. Se nesse momento a consciência casualmente se distraiu com algo alheio, é preciso fazer o exercício novamente. Ao mesmo tempo é treinada também a atenção. Para não perder tempo em vão, pode-se realizar este jogo-exercício no transporte público.

Com frequência comparam o método de leitura dinâmica com o esporte, só que aqui se desenvolvem não os músculos mas o cérebro. Pesquisas provaram que os que dominam a leitura dinâmica têm mais velocidade dos processos nervosos, reflexos mais rápidos. Por isso não temam aprender a leitura dinâmica – isto é útil.

 

 

Pra quem quiser ficar mais por dentro do que acontece no mundo da leitura acesse o site www.brasilquele.com.br.

 

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LastBookshop

THE LAST BOOKSHOP

Dá pra imaginar qual será o papel das livrarias no futuro? No link do you tube acima temos a visão de  Richard Dadd que escreveu e dirigiu o filme The Last Bookshop. Vale a pena conferir!

Acesse também o blog: http://thelastbookshop.wordpress.com/ e veja mais detalhes sobre o curta.

E você, como imagina as livrarias no futuro? Será que a livraria convencional será algo surreal daqui a alguns anos?

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O FUTURO DA LEITURA

Em recente viagem me deparei com a Revista UP editada pela Tap Portugal. Lendo ao acaso me deparei com um texto muito interessante de Sandro Mendonça sobre o futuro da leitura. Transcrevo a coluna em nosso blog para que você, nosso leitor, pense a respeito e tire suas conclusões. Boa leitura!

 

O Futuro da Leitura

Temos assistido a uma reinvenção do corpo humano como meio comunicacional.

            A revista que o leitor tem nas mãos é um “dispositivo”, ou “device”, como se diz agora. A página para onde o leitor está a olhar é um “ecrã”, um “interface”, afinal de contas. Nestes tempos de densa ecosfera digital em expansão estamos a reconsiderar o que pensamos sobre tecnologia e a sua relação com o mundo das palavras.

            Objetos como livros, revistas ou jornais são objetos analógicos. Estes são casos particulares de suportes tangíveis e tradicionais que dão apoio a essa atividade a que chamamos leitura. Pois, por acaso um livro em papel não se desliga quando não está ligado à tomada. Não está dependente de eletricidade. Estas são as vantagens de termos acesso a conteúdos sob a forma de um livro clássico. Contudo, para ser produzido um livro necessitou que muita tecnologia fosse canalizada para o seu processo de fabrico. Um livro impresso tem, portanto, energia embutida.

            O papel é uma janela onde estão estampados os signos que transmitem a informação. Uma folha impressa é uma superfície por onde os nossos olhos deslizam e na qual os nossos dedos tocam. As palavras estampadas nessa fina fatia de matéria são estáticas e a sua posição na página inamovível. Contudo, talvez por estarem inexoravelmente fixas e presas em páginas, umas a seguir às outras numa ordem pré-determinada, talvez por isso é que as palavras tiveram até hoje tão grande capacidade de libertar a mente em direções de imagens e significados tantas vezes não imaginadas pelos próprios autores.

            O objeto publicado é um mediador entre o autor e o leitor. Mas neste papel “o livro provavelmente transformou-nos mais do que qualquer outra ferramenta”. Quem o diz é Jeff Bezos, o empresário norte-americano da Amazon. A Amazon começou por ser uma livraria eletrônica de livros em papel e agora vê a suas vendas de livros eletrônicos a explodir. Curiosamente também, a Amazon vende esses livros preferencialmente para o Kindle. Estas palavras são proferidas em Out of Print, documentário acabado de estrear, narrado por Meryl Streep e realizado por Vivienne Roumani (uma antiga bibliotecária).

            Na era da produção digital os livros não são tanto escritos à mão: são digitados para dentro de ecrãs. Na era da reprodução digital os livros não são tanto fabricados: são replicados (duplicados por “copy & paste”, “download”, etc.) e aparecem à tona de ecrãs (computadores, smartphones, tablets, etc.) Nesta mudança mudam o modo de escrita e os modelos de leitura. Mas também mudam as atividades “em volta”, como sejam a indústria livreira, o negócio das livrarias, as funções das bibliotecas, etc.

            Numa carta a Clarice Lispector, o poeta Drummond de Andrade dizia em 1975: “Ler ou reler você é sempre uma operação feliz: descobrem-se coisas, aprimora-se o conhecimento das descobertas.” Esta carta está amarelecida pelo tempo, mas podemos lê-la todos onde quer que estejamos , pois está disponível à distância de um clique (aqui:bit,ly/16BYSTQ). Parafraseando o grande poeta português Mário Cesariny, a nova leitura não cavalga, “navega”.       

Revista UP nº 67, maio/2013 – Tap Portugal

Por Sandro Mendonça – Economista do ISCTE-IUL em Lisboa e Fellow do King’s College em Londres.

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Confira nossa terceira sugestão para presentear sua mãe:

Viver com fé – Cissa Guimarães e Patrícia Guimarães

 “Viver com Fé” é um livro com muitas histórias sobre fé, amor e superação. A autora, Cissa Guimarães, diz  ter conquistado mais sabedoria com aqueles que venceram e transcenderam seus sofrimentos do que  com as próprias provações. Ela afirma que a fé tem o poder de converter sofrimento em felicidade. Com o  objetivo de fazer com que o leitor se sinta estimulado e animado ao acompanhar testemunhas de pessoas  que passaram por dificuldades e encontraram respostas em uma força maior, “Viver com fé” é um livro  inspirador e uma ótima dica para o dia das mães.

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